sábado, setembro 15, 2007
Livros, livros
Só uma nota, Luís: excelente referência à banda-desenhada. É que, no meu caso, foi com ela que eu aprendi muitas coisas e a primeira delas foi aprender a estar sossegado e simplesmente ler e imaginar. Antes das letras, as imagens (da BD) conquistaram-me.
[João Carlos Silva]
Época quente

O dia quinze de Setembro não tem o encanto que teve o dia quinze de Agosto ou o dia quinze de Julho. O tempo, apesar de continuar abafado e digno de um país norte-africano, não é igual a outros tempos. Nota-se que um céu menos azulado invade as vidas de quem trabalha e de quem não trabalha. Daqui a pouco, estamos no Outono, na época da queda das folhas, do início do frio. Ora, nada tenho contra o tempo menos quente. Prefiro andar com camisa todos os dias do que andar nu para não transpirar. O Inverno é a minha estação. Gosto de chuva, de cobertores e de chocolate quente com jornais. Mas também gosto de algo que só se vê no Verão: pernas de mulheres.
Mulheres com saias, sem saias, com sapatos, sem sapatos, mas sempre com pernas ao léu. O único incentivos que o divino me concede nestes dias de extremo calor é o de poder sair de casa para ver pernas castanhas e suadas. Vinicius de Moraes dedica um poema à mulher que passa (Como te adoro, mulher que passas/Que vens e passas, que me sacias/Dentro das noites, dentro dos dias!). Eu sou mais específico: dedico uma vida às pernas que passam. É uma obsessão clara. E um atrevimento. E uma invasão de propriedade. Não tenho qualquer tipo de autorização para espiar as pernas da senhora que passa, nem sequer tenho Green Card para poder adivinhar o desenrolar daquilo que será nádega e parte íntima. Não tenho nada. Sou um tímido atrevido. Mas só no Verão. Só no Verão é que tento adivinhar as surpresas sexuais de cada mulher.
Admito: há duas semanas, lembrei-me do felatium que Chloe Sevigny fez a Vincent Gallo no aborrecido The Brown Bunny. Pensei: o Verão é isto. Sexo. Para minha grande infelicidade, essa época está quase no fim.
[Paulo Ferreira]
sexta-feira, setembro 14, 2007
Estado das coisas: Hobsbawm

Tendo acabado de ler Revolutionaries, de Eric Hobsbawm, posso afirmar que não tenciono voltar a pegar tão cedo neste livro. Tal como em Indústria e Império, a sensação de enfado é constante. Lembro-me de adormecer na página noventa e nove e acordar duas ou três páginas depois. Hobsbawm não é um historiador com o charme da piada. Não faz rir, não faz o leitor reflectir, não coloca grandes questões. Niall Ferguson, por seu lado, usa e abusa do humor. Conta piadas como quem coloca perfume para ir ter com mulheres. É de outra geração e de outra facção. Hobsbawm tem um passado de marxista e é nessa condição que nos são apresentados os ensaios de Revolutionaries. São ensaios comprometidos politicamente com uma causa que acabou. Quando escreve sobre o anarco-sindicalismo, Hobsbawm não esconde o seu pendor marxista. O seu nojo pelos desviantes anarquistas que colaboraram na Guerra Civil Espanhola é quase tão grande quanto o fervor que alguns tiveram durante os combates da II Internacional. Até Bernstein, um revisionista, leva com a farpa do historiador. Não se pense, todavia, que o autor não tem os seus méritos, porque os tem. Basta consultar a sua bibliografia para se perceber que, provavelmente, mais ninguém escreveu tanto sobre a época contemporânea do que Hobsbawm.
[Paulo Ferreira]
Intelectual
- Eric Hobsbawm, Revolutionaries
[Paulo Ferreira]
quinta-feira, setembro 13, 2007
Veredas
A bala. Podes não ter confiança no teu próprio corpo. Podes precisar de andar às cambalhotas e aos tropeções. Mas nunca desconfies da direcção que uma bala leva: se ela for apontada ao teu coração, é o teu coração que sairá perfurado.
A linha recta é inimiga da espécie: se quiseres sobreviver ao gatilho, procura o movimento que se encontra nas curvas.
[Paulo Ferreira]
quarta-feira, setembro 12, 2007
Livros - amor não correspondido
[João Carlos Silva]
terça-feira, setembro 11, 2007
10 livros que não mudaram a minha vida

A convite do Luís Ene, também vou meter o bedelho na corrente dos «10 livros que mudaram a minha vida», que o manuel a. domingos trouxe à vida.
No que toca aos livros, confesso o meu pecado: sou um relativista. Se, por um lado, sou perigosamente e orgulhosamente reaccionário nas escolhas literárias - recusando tudo o que está na moda ler e perdendo, obviamente, de vez em quando, a oportunidade de ler um bom livro -, por outro, gosto também de consumir muito lastro literário. Atenção, disse «lastro», não «lixo». Ou seja, livros importantes que ajudam a equilibrar os meus grandes autores «eleitos», mas que no fundo não «chegam a mim», de facto.
Mas é verdade que a procura incessante de saciar a curiosidade em relação a vários autores por vezes redunda num conhecimento superficial da herança literária universal. E por universal digo aquilo que todos nós podemos ler, quando quisermos, se quisermos, apenas em troco de algumas notas (ou de algumas moedas, em casos fortuitos). Conhecer o cânone através de flashes descontraídos deste ou daquele escritor acaba por ser uma viagem interessante, mas uma viagem de turista. Ora aí está, sou um turista literário. Um «leitor-turista», que lê de tudo um pouco, e gosta sempre pelo menos um pouco de tudo o que lê. Guloso mas pouco académico. Para além disso sou escandalosamente relativista. Tudo tem o seu valor.
Ser relativista acaba por ser um pouco a atitude verdadeira de respeitar o livro. Respeitar o trabalho do autor e o próprio escritor. Muitas vezes os livros que não mudam a nossa vida, ou seja, os livros que começamos a ler entusiasmados e acabamos desiludidos são apenas um dos lados de um polígono literário com várias obras-primas. De outras vezes, é o próprio estilo do escritor que nos aborrece. Veja-se o Adeus às Armas de Hemingway, livro monótono de um escritor que inculcou o incontornável O Velho e o Mar no meu universo mental mas que me provou que a fama muitas vezes não é tudo. É preciso gostar de Hemingway para ler Hemingway, caso contrário é a desilusão. O encontro com a inércia da acção. O remédio (antídoto de prevenção) é começar pelo último que referi, um excelente livro.
Mais dois livros que não mudaram a minha vida foram, provavelmente, O Admirável Mundo Novo de Huxley ou o Trópico de Câncer de Henry Miller. Do primeiro nada a dizer senão «era isto?». Do segundo, ressalta uma palavra: deboche. Pouco mais. Em alturas de solidão, o deboche é alimento, mas não muda a vida de ninguém. Talvez se explique assim a passagem pelos 120 Dias de Sodoma, que me pôs quase doente por alguns dias e com vontade de me mandar a mim e ao Marquês de Sade para o psicanalista do Woody Allen. Pena que ele não seja deste tempo. O marquês, digo.
Entre os autores portugueses, uma má experiência, uma expedição irracional e uma aventura didáctica. Respectivamente: A Sibila, um livro de Agustina Bessa-Luís que me vacinou, talvez, para o resto da minha vida (para rematar, enquanto lia no parque tive a revelação crítica de um pombo que deixou cair, directo do seu traseiro, uma opinião numa página do livro); cerca de doze livros de Pedro Paixão (os da Cotovia), que me fizeram viciar não sei bem porquê e só com remédios pude acordar do transe e perceber que não era assim tão viciante; e os contos de Manuel Tiago, preparação para me aventurar no Até Amanhã, Camaradas, aventura esta que, felizmente, ainda não foi levada a cabo.
Entre livros mais políticos, lembro-me de dois, assim do nada, que realmente deixaram pouco. A Funda, do Artur Portela Filho (que continuo, no entanto, a ler) pede uma base de conhecimento detalhado da cultura e da política do início dos anos 70 que, realmente, não tenho. É crítica política efémera, no sentido em que se perde no tempo. Por isso não fica, tal como o porta-estandarte de Irving Kristol, em Neoconservadorismo: autobiografia de uma ideia. Em tempos universitários, a deriva cultural e intelectual levou-me, por vezes, à loucura. E à procura de identidade. Julgava que Kristol ia mudar a minha vida. Não mudou. Felizmente.
Por fim - um caso que já aconteceu, nem que seja uma vez a toda a gente -, um livro que li mas não ficou. Entrou por um olho e saiu por outro. Ou seja, um livro que eu queria que tivesse mudado a minha vida e não mudou, apesar de ter todo o conteúdo para tal. O Heart of Darkness, de Joseph Conrad, foi por mim lido numa altura em que o sono surgia pouco nas minhas noites. Tempos áridos de ideias, ávidos de leitura mas escassos de energia. Lembro-me de ter começado a lê-lo, acabá-lo e cair a dormir. No dia seguinte, não me lembrava de uma única frase. Nem uma linha sublinhada.
Felizmente, há livros que não mudam a nossa vida. Mas que ficam tão gravados na nossa memória quanto aqueles que realmente gostámos, às vezes até mais. Episódios de leitura caricatos, tentativas de «comer» centenas de páginas em poucas horas e livros tão maus que trazem o sono de volta até ao leitor mais insone. Todos eles ficam na nossa memória, nem que sejam pelas piores razões. Mas não se espere que sejam outros livros a mudar a nossa vida. Aliás, não se espere nada dos livros. Os livros são um mundo melhor do que aquele que pisamos, são um mundo mais perfeito e mais emotivo, mas numa coisa não variam do mundo verdadeiro: pouca coisa boa nos trazem. Mas o pouco que têm vale a pena. Por vezes, dou por mim a pensar: qual é o meu mundo?
*Interessante agora seria saber o que poderia ter uma lista elaborada pelo próprio Luís, pelo Bruno (que tentará repudiar o convite, o que o faz muito mais aliciante), pelo Tiago, ou pelos meus conterrâneos Luís Silva e Luís Marvão.
[João Carlos Silva]
As odes de Ricardo Carvalho

Uma boa equipa de futebol, tem, pelo menos, um central genial a jogar sempre os noventa minutos. Infelizmente, no último Sábado, não vi nenhum central decente a jogar contra a Polónia. Fernando Meira é um bom jogador mas não consegue mandar na defesa. Não vacila, mas é limitado. Sobre a titularidade de Bruno Alves, nada digo. Por outro lado, fez-me uma certa pena ver Jorge Andrade no banco de suplentes a bater palmas e a incentivar os seus colegas. Mesmo em péssima forma, este mulato será sempre melhor do que Meira ou Alves. Isso deve-se a um factor de vital importância: o saber jogar. Jorge Andrade, sendo central, sabe como colocar a pantufa na bola. Mas também não é aquele craque maravilhoso.
O melhor central português no activo é Ricardo Carvalho. Arrisco mesmo afirmar que Ricardo Carvalho é dos melhores centrais que Portugal alguma vez teve. Aqueles cortes providenciais são qualquer coisa de outro mundo. O avançado adversário vai a rematar para a baliza, quase a festejar golo, e, sem que nada o fizesse prever, chega Carvalho por detrás ou pelos lados e corta o esférico. Para além disso, nota-se uma diferença abismal entre o jogador do Chelsea e os seus companheiros de posição. Carvalho, ao contrário de todos os outros, sabe receber uma bola no peito e começar a correr até ao meio-campo adversário com fintas à mistura. Incomparável. Dizia-se há uns anos que Fernando Couto e Jorge Costa formavam a melhor dupla de centrais do mundo. Pelo que vejo, o futebol de Carvalho é de outra dimensão. É um futebol mais pensado e, por conseguinte, menos português. Bruno Alves, apesar de novo, sabe o que representa a posição de central na selecção: jogar com o corpo, empregar cacetada, fazer falta, levar cartões vermelhos. Pepe é, de igual modo, um central que tem uma forma de jogar muito portuguesa. Já foi expulso num jogo do seu clube, o Real de Madrid. Há ainda outros centrais mais fracos e mais violentos, como Ricardo Rocha. Mas não há mais nenhum ao estilo de Ricardo Carvalho. Este é um dos professores do futebol. Calado, tímido, simples, humilde, prefere discursar com a bola parada no peito ou a cabecear para os pés de um seu companheiro. Aposto que, se este homem não estivesse lesionado , no último jogo, o nervosinho do guarda-redes teria sido menor e teríamos ganho aos polacos. Mas não. Jogámos à Scolari, isto é, de forma grosseira e analfabeta.
[Paulo Ferreira]
segunda-feira, setembro 10, 2007
O ex-marxismo de um livro
O neo-realismo viveu dentro dessa esfera comunista. A vontade de salvar o planeta era realmente forte. Tanto que a literatura desses autores chamados neo-realistas era, na sua grande maioria, escassa em termos de qualidade. A Fernando Namora, por exemplo, apenas faltou dizer que na América se comiam criancinhas ao lanche. Outros autores seguiram este caminho «vermelho» e, como resultado de um enorme empenhamento sentimental, escreveram livros com martelos nas mãos, em vez de usarem esbeltas e inteligentes canetas. Infelizmente, o neo-realismo passou-se desse modo. Não admira, por isso, que um autor de excepção como Vergílio Ferreira, não se tenha sentido muito preso a essa corrente. Mudança (1949) marca o final de um ciclo e o começo de outro. Apelo da Noite (1963), livro que aqui pretendo abordar, mesmo que de forma breve, é um dos tijolos que o autor usou para construir a sua fama de existencialista. Adriano, personagem principal, vive cabisbaixo com os livros que escreveu, com as criticas que recebe, com a vida que não compreende. Sabe que há uma solidão que o inunda mas que não consegue explicar. Ao lado desta figura, estão os amigos. Os que criticam Malraux ao afirmarem que quem reflecte não ergue um dedo. Malraux, para os amigos, é fascista, não defende a «causa». A revolução, para esta gente, é o fim a atingir. Adriano, por seu lado, apesar de acompanhar os seus companheiros nas suas diatribes, não deixa de estar desencantado. Sabe que o mundo não deve ser salvo pelos homens. Provavelmente, Adriano, como todos os outros Adrianos de Vergílio Ferreira, encaixam na mentalidade do criador. Ou seja, encaixam no desencanto de um homem que conhece o medo do indivíduo de ficar a sós consigo, que sabe que o homem está reduzido a si próprio.
«Ultimamente sós em nós.» Esta é uma das melhores frases de Adriano. Os amigos limitam-se sempre a pensar coisas como esta: «O sacrifício do operário será a vitória total de amanhã.» Vergílio Ferreira, quando escreveu Apelo da Noite já não tinha o fervor de antigamente. Nota-se um certo escárnio nas aproximações do «herói» da narrativa à ideia de revolução, há um gozo notório em tudo o que diz respeito às ideias dos senhores da bolchevização. Mesmo assim, refira-se que o final da história é simbólico: perdido em si próprio, Adriano ajuda um dos seus companheiros de clandestinidade a fugir da prisão e morre aos tiros com a polícia, para defender os que estavam consigo. Estou inclinado a afirmar que esta morte nada tem que ver com a causa, com a ditadura do proletariado, mas sim com a vida, com a existência, que está perdida desde sempre. Não me parece que Adriano morra pelos outros.
Apelo da Noite, apesar de viver do comunismo e da clandestinidade, não se alimenta das ideias de Garaudy. Não. É um outro livro de mudança, de fuga para um novo trajecto, é um ex-marxismo.
[Paulo Ferreira]
Força
- Vergílio Ferreira, Apelo da Noite
[Paulo Ferreira]
domingo, setembro 09, 2007
Dez livros que não mudaram a minha vida*
A curiosidade abateu-se sobre mim quando, há poucos anos, conhecidos e amigos me falaram sobre Friedrich Nietzsche. Autor venenoso, língua em chama, caneta ardente. Comecei por ler o Anticristo e não gostei. Não apreciei, principalmente, o tom elevado com que Nietzsche aborda as Escrituras. A Origem da Tragédia foi outros dos livros que li e outro dos livros que não me agradou minimamente. Mais recentemente, peguei em Assim Falava Zaratustra. É inegável que estamos perante uma obra mais conseguida, mais pensada e mais bem elaborada do que as anteriores. Muitos dos temas de Nietzsche (vontade do poder, eterno retorno, homem superior, etc.) encontram-se na figura de Zaratustra. Todavia, não consegui, uma vez mais, ficar agradado com os escritos do autor. Talvez isso se deva à educação cristã que recebi em pequeno. Refira-se, apesar de tudo, que, se me dediquei à leitura do filósofo alemão, foi motivado pela curiosidade ou pelo referido interesse. Não tenho leituras do «porque sim». Há sempre uma motivação. Uma vontade de ingerir vitaminas para passar para etapas superiores. Foi o que fiz quando comecei a ler Schopenhauer, um autor de eleição.
Mas nem tudo o que se lê tem carácter pedagógico. Samuel Beckett dá-me puro prazer. Robert Walzer dá-me puro prazer. O mesmo se passa com Bioy Casares. Julgo, até, que é esse prazer da leitura que faz com que se pense na palavra de ordem deste desafio. «Livros que não mudaram a minha vida.» Um livro que não dê prazer é um livro que não muda uma vida, é um livro que não liberta. Guardo, porém, algumas reticências em relação a isso, já que, como referi anteriormente, uma leitura acarreta sempre uma mudança. Cada livro é um mundo, cada livro tem o seu universo interior. Ler um livro é entrar dentro desse universo. Não dá para dizer: não mudei nada com a leitura deste livro.
sábado, setembro 08, 2007
quinta-feira, setembro 06, 2007
Ágata
[Paulo Ferreira]
quarta-feira, agosto 29, 2007
O mundo interior de Picasso
[João Carlos Silva]
O pintor mais perverso do século XX
terça-feira, agosto 28, 2007
Espaço (Schopenhauer)
[Paulo Ferreira]
Palavra
[Paulo Ferreira]
quinta-feira, agosto 23, 2007
Nota sobre In the mood for love
[Paulo Ferreira]
Nota sobre 2046

[Paulo Ferreira]
Metade da vida
[Paulo Ferreira]
Eu e tu
[Paulo Ferreira]
Duas vidas
[Paulo Ferreira]
2
[Paulo Ferreira]
Vizinho
[Paulo Ferreira]
Harmonia
[Paulo Ferreira]
Uma coisa
[Paulo Ferreira]
Ausência
[Paulo Ferreira]
As velhas da cidade
[Paulo Ferreira]
Tarado
[Paulo Ferreira]
Da rua
[Paulo Ferreira]
quarta-feira, agosto 22, 2007
As Harpias
[Paulo Ferreira]
segunda-feira, agosto 20, 2007
Nota sobre o movimento
[João Carlos Silva]
Leveza

[Paulo Ferreira]
Erro 2
[Paulo Ferreira]
Erro
[Paulo Ferreira]
Vida triste
Passa segundo nossa estéril, tímida maneira.
Ah não haver terraços sobre a esperança.
- Ricardo Reis, Poesia
[Paulo Ferreira]
Insucesso
[Paulo Ferreira]
Prisões
[Paulo Ferreira]
sexta-feira, agosto 17, 2007
Religião
[Paulo Ferreira]
Prática
[Paulo Ferreira]
Campeonato
[Paulo Ferreira]
Fantasmas 4
[Paulo Ferreira]
Fantasma 3
[Paulo Ferreira]
quinta-feira, agosto 16, 2007
Fantasmas 2
[Paulo Ferreira]
terça-feira, agosto 14, 2007
Asneiras
[Paulo Ferreira]
Barba grossa
[Paulo Ferreira]
Ideias tolas
[Paulo Ferreira]
Mau mau
domingo, agosto 12, 2007
sábado, agosto 11, 2007
Simpsons

[João Carlos Silva]
Cão
Nikolai Gógol, Diário de Um Louco
[João Carlos Silva]
Escrita
[João Carlos Silva]
Doutoramento em Carimbação
[João Carlos Silva]
Dona Inês
[João Carlos Silva]
O mal-estar do Verão
[João Carlos Silva]
O talento
Nikolai Gógol, O Retrato
[João Carlos Silva]
sexta-feira, agosto 10, 2007
Deserto
[Paulo Ferreira]
Problema na biblioteca
[Paulo Ferreira]
Cabra vadia
[Paulo Ferreira]
quinta-feira, agosto 09, 2007
Berardo
[Paulo Ferreira]
Lésbicas
[Paulo Ferreira]
J. V. Serrão

A casta nacional não tem tanto paladar quanto a estrangeira, mas, em termos de sensualidade, é o que de melhor se arranja na historiografia portuguesa. Joaquim Veríssimo Serrão.
[Paulo Ferreira]
Elvis de Campolide
terça-feira, agosto 07, 2007
Do rico pobre
[Paulo Ferreira]









